Teto de preço, sem mistério

Preço máximo do Mounjaro, Ozempic e Wegovy na CMED: como funciona e como conferir

Toda caneta de Mounjaro, Ozempic, Wegovy e das novas semaglutidas vendida no Brasil tem um Preço Máximo ao Consumidor, o PMC, fixado pela Câmara de Regulação do Mercado de Medicamentos, a CMED. O valor é definido por apresentação e por alíquota de ICMS, e fica publicado numa lista oficial no portal da Anvisa, atualizada com frequência. A farmácia pode cobrar menos que o PMC, mas não mais: a Resolução CM-CMED nº 4, de 30 de março de 2026, repete essa regra. O teto sobe uma vez por ano; em 2026, o ajuste máximo começou a valer em 31 de março. Se cobrarem acima, guarde a nota fiscal e procure o Procon ou a CMED.

· Educational content — not medically reviewed

A resposta curta

O preço máximo do Mounjaro na CMED não é um número único: a Câmara de Regulação do Mercado de Medicamentos fixa um Preço Máximo ao Consumidor para cada apresentação, com uma coluna por alíquota de ICMS, publicado na lista oficial no portal da Anvisa. A farmácia pode cobrar menos, nunca mais. Em 2026, o reajuste máximo vale desde 31 de março. Se cobrarem acima, guarde a nota e procure o Procon ou a CMED.

Um homem em uma escrivaninha segura uma sacola de papel de farmácia e um formulário em branco, com um cofrinho, uma calculadora, uma xícara de café e um celular sobre a mesa.

Pontos principais

  • A base legal é a Lei nº 10.742, de 6 de outubro de 2003, que criou a CMED e definiu o modelo de teto de preços com reajuste anual baseado no IPCA, num fator de produtividade e num fator de ajuste de preços relativos.
  • Preço Fábrica (PF) é o máximo que o laboratório pode cobrar de farmácias e do governo; Preço Máximo ao Consumidor (PMC) é o máximo que a farmácia pode cobrar de você. A lista da CMED traz os dois, em colunas separadas para cada alíquota de ICMS, inclusive a de 0% e as de Área de Livre Comércio.
  • A Resolução CM-CMED nº 4/2026, publicada no Diário Oficial da União em 31 de março de 2026, autorizou ajuste máximo de 3,81%, 2,47% ou 1,13%, conforme o nível de concorrência do medicamento, e determinou que farmácias mantenham as listas de preços à disposição do consumidor, sem cobrar acima do publicado.
  • Cada marca nova de semaglutida, como Ozivy, Poviztra, Extensior, Semaclique ou Owozy, tem registro próprio e preço próprio, definido pela CMED antes da venda. Na lista publicada em 9 de outubro de 2026, todas as canetas de semaglutida e de tirzepatida aparecem no regime de preço regulado.
  • Cobrado acima do PMC? Peça a nota fiscal, confira a coluna do ICMS do seu estado e registre reclamação no Procon ou no consumidor.gov.br, se a empresa participar. A denúncia também pode ir à Secretaria-Executiva da CMED, pelo formulário no portal da Anvisa.

Teto, não preço tabelado

O PMC é um limite. Segundo a Anvisa, qualquer valor abaixo dele é permitido e, respeitado o teto, as empresas são livres para fixar o preço. Por isso a mesma caneta pode custar bem menos numa rede do que noutra, e as duas estarem dentro da regra.

O ICMS muda a coluna

O mesmo produto tem um PMC diferente para cada alíquota de ICMS. A lista da CMED alerta que cabe a quem compra e a quem vende conferir a alíquota do estado de destino. Na dúvida, pergunte ao farmacêutico qual coluna a loja usa.

Registro e preço andam juntos

Uma semaglutida registrada pela Anvisa só chega à farmácia depois de a CMED definir seu preço. É por isso que uma marca aprovada pode demorar semanas ou meses para aparecer no balcão, e por isso cada marca tem o seu próprio PMC.

Guarde a nota, registre a compra

A nota fiscal é a prova do preço cobrado e da data. O GLP-1 Tracker guarda no iPhone as doses como você as registra, a marca de cada caneta e anotações livres, onde cabem a farmácia e a data da compra, para você comparar ciclos com calma.

A resposta curta: existe um teto, e ele está na lista da CMED

Se você procurou o preço máximo do Mounjaro na CMED, a resposta é que existe um, mas não é um número só. A Câmara de Regulação do Mercado de Medicamentos fixa um Preço Máximo ao Consumidor para cada apresentação de cada medicamento regulado, e esse valor muda conforme a alíquota de ICMS aplicada no estado onde a farmácia está. O Mounjaro, por exemplo, aparece na lista oficial em várias linhas, uma para cada apresentação; o mesmo acontece com Ozempic, Wegovy, Rybelsus e com as semaglutidas registradas em 2026.

A regra para a farmácia é simples. O artigo 6º da Resolução CM-CMED nº 4, de 30 de março de 2026, diz que as unidades de comércio varejista devem manter as listas de preços atualizadas à disposição dos consumidores e dos órgãos de defesa do consumidor, e que os preços não podem ser superiores aos publicados pela CMED no portal da Anvisa. O parágrafo único acrescenta que a divulgação do PMC deve considerar as diferentes cargas de ICMS dos estados. Em outras palavras: abaixo do PMC, a farmácia é livre; acima, comete infração.

Esta página não reproduz valores em reais, por um motivo prático: a lista oficial liga cada preço a uma apresentação descrita pela concentração do produto, e os valores mudam a cada atualização. Em vez disso, mostramos como achar o número certo na fonte, em poucos minutos. Para uma visão de custos mais ampla, com estratégias que valem em qualquer país, veja o guia de custo e economia com GLP-1.

O GLP-1 Tracker mostra o seu nível estimado de medicamento ao longo do tempo.

Como o teto é definido: Lei nº 10.742/2003, PF, PMC e PMVG

A Lei nº 10.742, de 6 de outubro de 2003, criou a CMED como órgão do Conselho de Governo, com a função de regular economicamente o mercado de medicamentos, e estabeleceu que o ajuste de preços segue um modelo de teto calculado a partir de um índice de inflação (o IPCA, do IBGE), de um fator de produtividade e de um fator de ajuste de preços relativos, que considera o grau de concorrência de cada mercado. A Secretaria-Executiva da CMED funciona dentro da Anvisa, e por isso a lista de preços fica no portal da agência.

O cabeçalho da lista oficial explica os três preços que você vai encontrar. O Preço Fábrica, ou PF, é o preço máximo que fabricantes, importadoras e distribuidoras podem cobrar nas vendas para farmácias, drogarias e entes públicos. O Preço Máximo ao Consumidor, o PMC, é o preço a ser praticado pelo comércio varejista, ou seja, o teto no balcão. Há ainda o Preço Máximo de Venda ao Governo, o PMVG, publicado em lista separada, que vale para compras públicas e não interessa a quem compra na farmácia.

O artigo 8º da mesma lei diz que o descumprimento das normas da CMED sujeita o infrator às sanções administrativas do artigo 56 do Código de Defesa do Consumidor, que vão de multa a medidas mais severas. É essa ligação com o Código que faz do Procon um caminho natural para reclamar de preço acima do teto, ao lado da própria CMED.

Um ponto de vocabulário que confunde: a lista também classifica cada produto por tipo e por regime de preço. Na versão publicada em 9 de outubro de 2026, Ozempic, Wegovy, Rybelsus, Poviztra e Extensior aparecem como medicamento biológico; Mounjaro, Ozivy, Owozy, Seemasun, Zempneo, Semavy e Orsema como medicamento novo; Semaclique como similar. Todos estão no regime regulado, o que significa que tanto o PF quanto o PMC são controlados. Nenhuma dessas canetas aparece com restrição hospitalar, isto é, todas podem ser vendidas em farmácia pelo PMC.

O ajuste anual de 2026: Resolução CM-CMED nº 4

Os preços máximos só sobem quando a CMED autoriza, e isso acontece uma vez por ano. Em 2026, o ajuste veio pela Resolução CM-CMED nº 4, de 30 de março de 2026, publicada no Diário Oficial da União de 31 de março de 2026, edição 61, Seção 1, e assinada pelo ministro da Saúde, Alexandre Padilha, como presidente do Conselho de Ministros da CMED.

A resolução permitiu às empresas ajustar seus preços a partir de 31 de março de 2026, tomando como base o Preço Fábrica mais recente publicado na lista da CMED, com três tetos de ajuste: até 3,81% para os medicamentos do Nível 1, até 2,47% para os do Nível 2 e até 1,13% para os do Nível 3. Os níveis correspondem ao grau de concorrência de cada mercado, do mais concorrido ao menos concorrido. A resolução também obriga as empresas a dar ampla publicidade aos preços sem superar os da CMED e condiciona o ajuste à entrega do Relatório de Comercialização à Câmara.

Duas consequências práticas. Primeira: o percentual é um teto de reajuste, não um aumento obrigatório; a empresa pode ajustar menos ou não ajustar. Segunda: o reajuste anual não explica, sozinho, a variação de preço entre farmácias, que vem da liberdade de praticar valores abaixo do PMC. Em 24 de setembro de 2026, o Ministério da Saúde informou que os preços das canetas de GLP-1 caíram cerca de 70% em menos de um ano, com a chegada de novos fabricantes. Essa queda aconteceu no balcão, abaixo do teto, e é exatamente o tipo de diferença que a lista da CMED não mostra, porque ela registra o máximo, e não o praticado.

Passo a passo: como achar o seu medicamento na lista oficial

1. Abra a página Preços de medicamentos, da CMED, no portal da Anvisa (gov.br/anvisa, em Assuntos, Medicamentos, Câmara de Regulação do Mercado de Medicamentos, Preços). Ali aparecem dois arquivos de planilha: a lista PMC e a lista PMVG. Baixe a lista PMC. A versão disponível na data desta página foi publicada em 9 de outubro de 2026, e a data de publicação aparece na terceira linha do arquivo.

2. Leia o cabeçalho antes dos números. As primeiras linhas explicam o que é PF, PMC, os tipos de produto e as notas, incluindo a de que cabe ao comprador conferir a alíquota de ICMS do estado de destino.

3. Use o filtro da coluna SUBSTÂNCIA. Procure por TIRZEPATIDA para o Mounjaro, SEMAGLUTIDA para Ozempic, Wegovy, Rybelsus e as marcas nacionais, ou LIRAGLUTIDA para Saxenda, Victoza, Olire, Lirux e Liraclick. Depois, confira a coluna PRODUTO, que traz a marca, e a coluna LABORATÓRIO.

4. Encontre a linha da sua apresentação. A coluna APRESENTAÇÃO descreve a concentração, a forma e o conteúdo da embalagem. Compare com a caixa que você compra ou com a receita; o código de barras impresso na caixa também aparece nas colunas EAN, o que ajuda a não confundir apresentações parecidas.

5. Escolha a coluna de ICMS certa. Para cada linha há colunas de PF e de PMC para ICMS 0%, 12%, 17%, 17,5%, 18%, 19%, 19,5%, 20%, 20,5%, 21%, 22%, 22,5% e 23%, além das versões ALC, para Área de Livre Comércio. A alíquota do seu estado está na Secretaria da Fazenda estadual; o farmacêutico também sabe qual coluna a loja aplica.

6. Compare com o preço cobrado. O número da coluna PMC correspondente é o teto. Qualquer valor igual ou menor está dentro da regra.

Se planilha não é o seu forte, a Anvisa informou em 22 de abril de 2024 que a Secretaria-Executiva da CMED lançou um painel de consulta de preços, então em fase de testes, com busca por nome, princípio ativo ou registro. A própria agência ressaltou que o painel não substitui as listas oficiais publicadas no portal.

Por que cada nova semaglutida tem o seu próprio preço

A Anvisa informou que a patente da semaglutida expirou no Brasil em 20 de março de 2026, e o número de marcas cresceu rapidamente. A lista da CMED de 9 de outubro de 2026 já traz, além de Ozempic, Wegovy e Rybelsus, as marcas Extensior e Poviztra (Novo Nordisk), Ozivy (EMS), Semaclique (Germed), Zempneo (Brainfarma), Semavy (Cosmed), Owozy (Ávita Care), Seemasun (Sun) e Orsema (Ranbaxy). Cada uma tem linhas próprias, com PF e PMC próprios. Não localizamos, nessa versão da lista, uma linha do genérico de semaglutida da EMS.

Isso acontece porque o preço não pertence à substância, e sim ao produto registrado. Depois do registro sanitário, a empresa apresenta à CMED um Documento Informativo de Preço, e a Câmara define o preço de entrada de acordo com critérios que comparam o produto com alternativas já existentes, com o preço praticado em outros países e com a categoria em que ele se enquadra. Esses critérios foram reformulados: segundo a Anvisa, a Resolução CM-CMED nº 3/2025, alterada pela nº 7/2026, passou a reger a precificação de medicamentos novos e novas apresentações em 2026, substituindo a Resolução CMED nº 2/2004. Não conseguimos abrir a notícia da Anvisa sobre essa mudança na data desta página, por isso tratamos o detalhe com cautela.

Na prática, para você, isso significa três coisas. Uma marca recém-registrada pode ainda não ter preço publicado e, portanto, não estar à venda. Duas marcas com a mesma substância podem ter tetos diferentes, e o mais barato no balcão nem sempre é o de teto mais baixo. E trocar de marca é decisão do seu médico, não do preço: o guia Poviztra é o mesmo que Ozempic? explica, marca por marca, o que foi registrado e para qual indicação.

Cobraram acima do PMC: o que fazer, passo a passo

Primeiro, confira com cuidado. Muitas reclamações nascem de coluna de ICMS errada ou de apresentação trocada. Confirme na lista a linha exata da caixa (pelo código de barras) e a coluna da alíquota do seu estado. Se o preço cobrado ainda passar do PMC, peça ao farmacêutico que mostre a lista ou a revista de preços que a loja é obrigada a manter à disposição; muitas vezes o problema se resolve no balcão.

Se não resolver, documente. A nota fiscal ou o cupom com a data, o nome do produto e o valor é a prova principal. Se você desistiu da compra justamente por causa do preço, o orçamento por escrito, um print do site ou do aplicativo da farmácia com data também servem, segundo a orientação da Anvisa e da Senacon no folheto Consumo e Saúde, de 2014.

Depois, escolha o canal. O Procon do seu município ou estado recebe reclamações de consumo, e a Lei nº 10.742/2003 liga as infrações às normas da CMED às sanções do Código de Defesa do Consumidor. O consumidor.gov.br, plataforma pública da Secretaria Nacional do Consumidor, permite reclamar diretamente à empresa, se ela estiver cadastrada como participante. E a Secretaria-Executiva da CMED recebe denúncias de descumprimento das normas do mercado de medicamentos pelo formulário indicado na página Denúncias, no portal da Anvisa; a agência lançou esse formulário em 2 de agosto de 2024 e pede que a denúncia venha acompanhada de documentos comprobatórios, como a nota fiscal. A Ouvidoria da Anvisa também recebe manifestações.

O que não fazer: trocar a farmácia regularizada por site, rede social ou vendedor informal em busca de preço. A Anvisa orienta comprar canetas só em farmácias regularizadas, com nota fiscal, e com receita retida, como explica o guia sobre receita retida. Por fim, registre: o GLP-1 Tracker guarda no iPhone as doses como você as anota e a marca de cada caneta, e o espaço de anotações acomoda a farmácia, a data e o valor pago. O app não confere preços nem faz reclamações por você; ele só mantém o seu histórico organizado. Se a dúvida for sobre acesso gratuito, o guia Mounjaro pelo SUS mostra o que existe hoje.

Perguntas frequentes

Qual é o preço máximo do Mounjaro pela CMED?

Não há um valor único. A CMED fixa um Preço Máximo ao Consumidor para cada apresentação do Mounjaro, em colunas diferentes para cada alíquota de ICMS. O número certo está na lista PMC publicada no portal da Anvisa: filtre a coluna SUBSTÂNCIA por tirzepatida, ache a linha da sua apresentação pelo código de barras da caixa e leia a coluna PMC do ICMS do seu estado.

A farmácia pode cobrar menos que o PMC?

Pode. O PMC é um teto, não um preço tabelado. Segundo a Anvisa, qualquer valor abaixo do PMC é permitido e, respeitado o limite, as empresas são livres para fixar seus preços. É por isso que a mesma caneta pode ter preços bem diferentes em farmácias diferentes, todas dentro da regra.

Qual a diferença entre Preço Fábrica e Preço Máximo ao Consumidor?

O Preço Fábrica, ou PF, é o máximo que o fabricante, a importadora ou a distribuidora pode cobrar de farmácias, drogarias e entes públicos. O Preço Máximo ao Consumidor, ou PMC, é o máximo que a farmácia pode cobrar de você. A lista da CMED traz os dois, cada um com colunas por alíquota de ICMS. Para compras do governo existe ainda o PMVG, em lista separada.

Por que existem tantas colunas de ICMS na lista?

Porque o ICMS é um imposto estadual com alíquotas diferentes, e ele entra no preço final. A lista da CMED traz colunas de PF e PMC para várias alíquotas, inclusive 0% para substâncias isentas e as versões para Área de Livre Comércio. A própria lista avisa que cabe a quem compra conferir a alíquota do estado de destino. A Secretaria da Fazenda do seu estado ou o farmacêutico informam qual coluna usar.

Quando o preço máximo muda?

O reajuste dos preços máximos acontece uma vez por ano, quando a CMED autoriza. Em 2026, a Resolução CM-CMED nº 4, publicada no Diário Oficial da União de 31 de março de 2026, permitiu ajuste a partir daquela data de até 3,81%, 2,47% ou 1,13%, conforme o nível de concorrência. A lista também é republicada ao longo do ano, quando novos produtos ganham preço ou há correções.

As novas semaglutidas, como Ozivy e Poviztra, têm preço máximo próprio?

Sim. Cada produto registrado tem preço próprio, definido pela CMED a partir do Documento Informativo de Preço apresentado pela empresa. Na lista de 9 de outubro de 2026 aparecem, além de Ozempic, Wegovy e Rybelsus, Extensior, Poviztra, Ozivy, Semaclique, Zempneo, Semavy, Owozy, Seemasun e Orsema, cada um com suas linhas. Uma marca registrada sem preço publicado ainda não pode ser vendida.

Cobraram acima do PMC. Onde reclamo?

Guarde a nota fiscal ou o orçamento com data e confira a linha e a coluna de ICMS corretas. Se o valor ainda passar do teto, você pode reclamar no Procon da sua cidade ou estado, no consumidor.gov.br, se a empresa participar, e enviar denúncia à Secretaria-Executiva da CMED pelo formulário da página Denúncias, no portal da Anvisa, com os documentos que comprovam o preço cobrado.

O plano de saúde ou o SUS pagam a diferença?

O preço máximo vale para qualquer compra em farmácia, mas não cria direito a reembolso. Cobertura por plano de saúde segue regras próprias, explicadas no guia sobre plano de saúde e Ozempic, Wegovy e Mounjaro. No SUS, em 20 de outubro de 2026, nenhuma lista nacional fornece essas canetas para obesidade, embora o Ministério da Saúde tenha pedido à Conitec, em setembro de 2026, nova avaliação de semaglutida ou liraglutida.

O teto está na lista. O seu histórico, no seu iPhone

O GLP-1 Tracker guarda as doses que você registra, a marca de cada caneta e anotações como farmácia e data da compra, para você comparar ciclos e conversar com o seu médico. Baixe o app e conheça o Otis.

Esta página é apenas para educação geral e não é orientação médica, diagnóstico nem tratamento. O GLP-1 Tracker é uma ferramenta de registro, não um dispositivo médico. Consulte sempre o seu profissional de saúde sobre o seu medicamento, as suas doses e as suas decisões de saúde. Os nomes de marca são marcas registradas de seus respectivos donos e não têm vínculo com este app.